A experiência e o bom senso escrevem as normas

Ninguém nasce ensinado. Uma expressão comum que todos já ouvimos. Nascemos desprovidos de valores, ensinamentos, crenças, normas e condutas. Todos estes elementos culturais são adquiridos ao longo da vida, através de processos sociais, interações e experiencias pessoais. Enquanto bebés, não pensamos no passado nem no futuro, apenas o presente é digno da nossa total atenção. Não estamos conscientes das consequências dos nossos atos.

Há medida que crescemos somos repreendidos por algo que dissemos ou fizemos e passamos a ter consciência do que é certo e errado, do que é moral e imoral. Tudo isto através dos processos e interações sociais que experienciamos ao longo da nossa vida. Parece até que há regras e normas que devem reger as nossas ações.

Mas como bem sabemos nem sempre funciona desta forma. Todos nós já passamos por situações nas quais não sabíamos como agir porque não tínhamos referências sociais ou normas a seguir para tais situações.

Num mundo de regras há sempre exceções. Na área da comunicação, por vezes acontece da mesma forma.

Grande parte das organizações possuem uma lista de normas ou condutas que orientam o comportamento dos profissionais de comunicação face a diversas situações com as quais têm que lidar cuidadosamente. Estas condutas e normas devem refletir os valores da organização.

Mas nem tudo está “previsto na lei”. Quando um RP é confrontado com uma situação excecional cujo comportamento a adotar não esta explicito no quadro de condutas o que devemos fazer?

“O bom senso é o senso do momento.” – Pitigrilli

É aqui que o bom senso entra em ação. Quando o profissional esta encarregue de gerir as redes sociais da organização, por vezes depara-se com situações e comentários negativos. Provocações, mal dizer, desrespeito por outros utilizadores, acontece frequentemente. Simplesmente temos que usar “o senso do momento”, (pensado, contudo). Nós decidimos o que está certo ou errado, de que forma é que esta situação afeta a minha organização? De que forma a minha reação à situação irá afetar a organização? São pontos a ter em conta. O mesmo se aplica a casos mais complicados em gestão de crises. Mais uma vez, a ação do profissional deve refletir os valores da organização. É a experiência que por vezes dita as regras do momento e que nos serve de lição.

Deixo aqui um link com informações que podem ajudar na gestão de redes sociais: http://saldopositivo.cgd.pt/empresas/como-gerir-uma-crise-nas-redes-sociais/

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